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Castelos nobres no Vale do Loire


Castelos? Talvez não seja a palavra mais apropriada. A palavra francesa “chateau” pode ser traduzida tanto por castelo, quanto por palácio. De fato, os 300 chateaux espalhados pelo vale do rio Loire, construídos entre os séculos X e XVI pela nobreza e pela realeza da França, são castelos e palácios ao mesmo tempo. E não só isso: são monumentos, também. Ou mais: elementos indissociáveis da paisagem.

Há quem visite o Vale do Loire em tours de um dia saindo de Paris. O encanto da região, contudo, só é revelado por inteiro a quem se dispuser a passar duas ou três noites por ali. Não se preocupe em visitar o maior número possível de castelos: não é assim que se aproveita a viagem. Vá a no máximo dois chateaux por dia; entre um e outro, entregue-se às estradas vicinais, seguindo placas que levam a castelos menores e não tão importantes, situados em cantinhos incríveis. Você vai se lembrar dessas descobertas como os pontos altos dos seus dias por lá.

Veja alguns dos chateaux mais visitados — e planeje suas incursões a partir deles:

CHENONCEAU

Nenhum é mais romântico do que ele. Chenonceau é a personificação do chateau de ilustração de livro de fábulas: paira sobre pilares atravessando o rio Cher. É conhecido como o “Chateau des Dames”, por causa das sete senhoras poderosas que mandaram na propriedade — a mais célebre delas, Catarina de Médicis, que ocupou Chenonceau depois que Henrique II morreu (e promoveu ali algumas das festas mais espetaculares já vistas no vale dos castelos). Durante a visita é impossível não se impressionar com os deslumbrantes arranjos de flores que a administração atual faz questão de espalhar pelo chateau.

CHAMBORD

Chambord é o maior dos chateaux do Loire — e o que melhor sintetiza castelo e palácio num único prédio, por ter incorporado elementos arquitetônicos do Renascimento. Foi construído para dar apoio às expedições de caça de François I, que já tinha dois chateaux nas redondezas — os de Blois e de Amboise.

A visita ao interior vale pelas escadas em dupla hélice (duas escadarias em espiral que se abraçam mas não se comunicam em nenhum andar) que levam ao terraço, onde as torres ganham uma dimensão surpreendente. (Diz a lenda que Leonardo da Vinci teria projetado o chateau, ou pelo menos a escadaria, mas não há certeza).

VILLANDRY

Deixe este castelo para a sobremesa — ou para o dia em que a previsão do tempo disser que será mais ensolarado.

O chateau em si não é dos mais históricos. E sua principal atração não existia até o início do século XIX, quando um novo dono começou a trabalhar na criação de um magnífico jardim renascentista que já valeria a viagem mesmo se a região não tivesse os outros 299 e tralalá castelos.

Fonte: viajenaviagem.com 



TURQUIA

 Saiba como se portar ao entrar em uma mesquita:

Como Explorar as Mesquitas

Cinco vezes por dia ouve-se por toda Istambul o canto transmitido por alto-falantes instalados nos minaretes, convocando os fiéis à oração. Embora o Estado turco seja secular, mais de 99% da população é muçulmana. A maioria é da vertente sunita, mas existem também alguns xiitas. Ambos seguem os ensinamentos do Corão, livro sagrado do Islã, e do profeta Mamoé; os xiitas também aceitam a autoridade de uma linhagem de 12 imãs, descendentes diretos de Maomé. Os místicos islâmicos são chamados de sufis.

O interior de uma mesquita

A impressão que se tem ao entrar no salão de oração de uma grande mesquita de Istambul é de grande amplidão. O Islã proíbe imagens de seres vivos (humanos ou animais) dentro da mesquita, por isso não há estátuas ou pinturas figurativas. Os detalhes arquitetônicos geométricos e abstratos, porém, podem ser excepcionais. Homens e mulheres rezam separadamente, as mulheres em geral isoladas por um biombo ou balcão.

Crenças e costumes muçulmanos

Os muçulmanos acreditam em Deus (Alá), e o Corão compartilha com a Bíblia muitos profetas e histórias. Mas Jesus, que para os cristãos é o filho de Deus, no islamismo é um dos integrantes de uma linhagem de profetas -dos quais o último, Maomé, trouxe a revelação da verdade divina à humanidade. Os muçulmanos creem que Alá ditou os textos sagrados do Corão a Maomé por intermédio do arcanjo Gabriel.

Os fiéis têm cinco deveres básicos. O primeiro é a profissão de fé: "Alá é o único Deus e Maomé é seu profeta". Além disso, devem rezar cinco vezes por dia, dar esmolas aos pobres e jejuar no mês do Ramadã. Por fim, pelo menos uma vez na vida, e se tiverem condições para isso, têm de fazer a peregrinação (baji) a Meca, cidade na Arábia Saudita onde nasceu Maomé e que também abriga a Caaba, santuário sagrado erguido por Abraão.

Visitas às mesquitas

Visitantes são bem-vindos na maioria das mesquitas de Istambul, mas os não muçulmanos devem evitar os horários de oração, sobretudo a principal congregação semanal e o sermão das sextas-feiras às 13h. Tire os sapatos antes de entrar no salão de oração. Ombros e joelhos devem estar cobertos. Mulheres têm de cobrir o cabelo, por isso, tenha sempre um lenço fino na bolsa. Não coma, não use flash e não se aproxime muito dos fiéis. É educado fazer uma contribuição à caixa de donativos ou a um funcionário da mesquita.

Fonte: folha.com


Os castelos mais incrveis do mundo

Clique aqui para conhecer os belíssimos castelos por todo o mundo.

Este da foto fica em Neuschwanstein (Alemanha).





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