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Toscana

 Artimino, na Toscana, conserva mansão onde viveram os Médicis. Venha visitar com a Keith Prowse!

Nas colinas de Artimino, na Toscana, está a mansão La Ferdinanda, que com suas pinturas e decorações, oferece aos turistas um retrato da história da família Médici. A construção é Patrimônio da Humanidade da UNESCO.
A casa também é conhecida como a moradia das cem chaminés, que ainda funcionam e foram feitas para aliviar as dores do Grão-Duque Ferdinando 1º de Médici. A construção faz parte de uma propriedade com mais de 700 hectares que foi construída pelo arquiteto Bernardo Buonatlenti no final de 1500, a pedido de Ferdinando 1º.

Na mansão, os turistas podem ver uma churrasqueira construída a partir de um modelo desenhado por Leonardo da Vinci, o closet da Grã-Duquesa Maria Cristina di Lorena decorado por pinturas, o balcão de onde os Médici controlavam Florença e também a capela do Grão-Duque. Se ficar com vontade de visitar Florença, inclua um de nossos roteiros ou tours em sua viagem: www.keithprowse.com.br
A casa também abriga 17 pinturas do artista flamenco Justus Utens, que retratam todas as mansões dos Médici na Toscana. As obras foram substituídas por cópias e as originais foram trasferidas para a Villa da Petraia, em Florença.

A antiga Paggeria, local que hospedava os empregados, foi transformada em um hotel 4 estrelas. Já na velha residência dos Buontalenti atualmente funciona um restaurante, onde é possível degustar verduras e vinhos produzidos no local.
Em Artimino e próximidades também estão o parque arqueológico de Carmignano, os etruscos Túmulo de Montefortini e dos Bosquetti, as cinco tumbas da Necrópole de Prato Rosello e a área arqueológica de Pietramarina. Caso deseje, montamos um roteiro exclusivo de acordo com suas necessidades.

Outra atração da cidade é o Museu Arqueológico de Artimino que expõe as peças encontradas na região, como incensários do século 7 a.C. e uma taça de vidro turquesa, peça que se compara apenas as encontradas na Síria. Também estão expostos no local os 10 mil fragmentos de marfim encontrados no Túmulo de Montefortini.
Fonte: http://viagem.uol.com.br/noticias/ansa/2014/10/27/artimino-na-toscana-conserva-mansao-onde-viveram-os-medicis.htm



Toscana

 Vinho, queijos e casas históricas integram rota gastronômica na Toscana

As regiões italianas da Toscana e da Úmbria são territórios que produzem excelências gastronômicas e ainda conservam uma forte tradição culinária. Com o auxílio do movimento Slow Food, que surgiu na Itália em 1998, esses lugares ainda preservam animais, vegetais, legumes, queijos, pães e frios que corriam risco de extinção devido a técnicas agrícolas intensivas e o comércio de massa.
Montepulciano, terra de vinhos de excelente qualidade
Uma experiência inesquecível é visitar, gratuitamente, uma das históricas adegas que armazenam e comercializam o produto. Entre elas, Le cantine del Redi foi considerada como uma das mais belas da Europa. Seus corredores de tufo conservam centenas de barris de carvalho francês e frascos de envelhecimento do néctar de Baco. O único risco para o turista é sair de lá ligeiramente embriagado depois de degustar tantos tipos diferentes de vinho. Nesse caso, obviamente, não dirija e prefira fazer uma parada gastronômica em uma “trattoria” (restaurante). Na Osteria del Conte, por exemplo, para extasiar-se peça uma massa como “pici al ragù bianco” (macarrão comprido com carne de pato) e uma seleção dos melhores queijos da região, acompanhados de mel e geleias caseiras.
Pienza, famosa por produzir um dos queijos com leite de ovelhas mais apreciados no mundo
A descoberta arqueológica de antigas panelas de barro onde fervia-se o leite revelou que essa iguaria existia desde a pré-história e o seu sabor inconfundível é atribuído às hortaliças como tomilho e absinto das quais se alimentam as ovelhas.
Pienza, contudo, também é um patrimônio da Unesco e, no passado, era considerada a cidade ideal pelo papa Pio II, que a transformou em um dos símbolos do Renascimento italiano. Seu imenso patrimônio artístico inclui monumentos como a igreja medieval de San Francesco, a catedral Dell’Assunta e o Palazzo Piccolomini, com uma das mais belas vistas da Val D’Orcia.
Montalcino, terra do Brunello, um dos melhores vinhos tintos do mundo

Seus 3.000 hectares de parreiras são um espetáculo da natureza que surpreende todos os turistas que chegam até lá. A atenção dedicada a cada garrafa é tanta que, todos os anos, no mês de janeiro, uma comissão de degustadores avalia as qualidades químico-físicas do vinho. Cada safra recebe uma classificação que varia entre uma e cinco estrelas e, desde 1992, o resultado é gravado em um azulejo comemorativo realizado por grandes personalidades. Todos eles ficam expostos no muro da sede da prefeitura.

O Brunello é um dos melhores cartões de visita da Toscana. A cidade, contudo, também é um importante polo turístico graças aos seus monumentos. O lugar conhecido como Piazzale della Fortezza, exemplo de arquitetura militar de 1300, é aquele que domina o panorama de Montalcino, mas no seu centro histórico outros destinos que merecem ser visitados são a Loggia Gotica, as igrejas de Sant’Agostino e Sant’Egidio (século 14) e o Museo Civico e Diocesano, que conserva pinturas e esculturas dos anos 300 a 900.
Viaje com a www.keithprowse.com.br
Fonte: Anelise Sanchez
Do UOL, na Itália



Toscana

 Vinho, queijos e casas históricas integram rota gastronômica na Toscana

Por Anelise Sanchez
Do UOL, na Itália

As regiões italianas da Toscana e da Úmbria são territórios que produzem excelências gastronômicas e ainda conservam uma forte tradição culinária. Com o auxílio do movimento Slow Food, que surgiu na Itália em 1998, esses lugares ainda preservam animais, vegetais, legumes, queijos, pães e frios que corriam risco de extinção devido a técnicas agrícolas intensivas e o comércio de massa.
Pienza, é famosa por produzir um dos queijos com leite de ovelhas mais apreciados no mundo: o pecorino ou cacio. A descoberta arqueológica de antigas panelas de barro onde fervia-se o leite revelou que essa iguaria existia desde a pré-história e o seu sabor inconfundível é atribuído às hortaliças como tomilho e absinto das quais se alimentam as ovelhas.

Pienza, contudo, também é um patrimônio da Unesco e, no passado, era considerada a cidade ideal pelo papa Pio II, que a transformou em um dos símbolos do Renascimento italiano. Seu imenso patrimônio artístico inclui monumentos como a igreja medieval de San Francesco, a catedral Dell’Assunta e o Palazzo Piccolomini, com uma das mais belas vistas da Val D’Orcia.

Outra cidade nos arredores cuja visita é imperdível é Montalcino, terra do Brunello, um dos melhores vinhos tintos do mundo. Seus 3.000 hectares de parreiras são um espetáculo da natureza que surpreende todos os turistas que chegam até lá. A atenção dedicada a cada garrafa é tanta que, todos os anos, no mês de janeiro, uma comissão de degustadores avalia as qualidades químico-físicas do vinho. Cada safra recebe uma classificação que varia entre uma e cinco estrelas e, desde 1992, o resultado é gravado em um azulejo comemorativo realizado por grandes personalidades. Todos eles ficam expostos no muro da sede da prefeitura.

Visite a Itália com a www.keithprowse.com.br





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